terça-feira, 31 de julho de 2012
Por acreditar em você, hoje estou morrendo de saudade (...) Por amar alguém tão de verdade, por dar tanto amor sem receber. Foi só acreditar em você que foi embora a felicidade, eu quis ser tão sincero, sem maldade e hoje minha vida é sofrer... Não tá nem aí, tá me entregando sem um pingo de noção. Sou eu que sofro a consequência da ilusão, você de boa só pensa em se divertir. Não tá nem aí, eu to cansado desse teu jeito mandão mesmo errado sempre quer ter mais razão.Tô decidido e você vai ter que me ouvir... Coração, vê se toma jeito coração. Coração! deixa de ser trouxa coração...
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: "Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!" Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a zgente continue sendo!
Pe. Fábio.
Pra você não foi sério e se ainda te quero, sei que não dá mais, já tentamos (...) Desisti. Você fez tudo errado, sem me ver ao seu lado você desprezou quem apenas te deu valor. Eu já disse o que tinha pra dizer, não quis te perder, fiz tudo por você e nada por mim. Se tinha que ser assim tudo bem já passou, boa sorte pra você, é o fim do nosso amor!
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Entre o bem e o mal a linha é tênue meu bem, entre o amor e o ódio a linha é tênue também. Quando o desprezo a gente muito preza, na vera o que despreza é o que se dá valor. Falta descobrir a qual desses dois lados convém sua tremenda energia para tanto desdém. Ou me odeia descaradamente ou disfarçadamente me tem amor ♪
Boas são aquelas relações em que,
5 minutos depois da briga, um volta correndo porque viu algo engraçado e queria
compartilhar e sabe que só tem graça se for com o outro. Sabe? Quando seu
orgulho e irritação não conseguem ser maiores do que a vontade de estar com a
pessoa. São essas que valem à pena.
domingo, 29 de julho de 2012
"Sentir-se bem e em paz não depende de ninguém,
depende de nós, da nossa autoconfiança e do nosso senso de realidade.
Procurar e pedir que os outros nos mostrem confiança é perda de tempo,
mas ver, aceitar e confiar em nós mesmos e no que podemos fazer com o
que temos e com o que as outras pessoas nos dão é uma obrigação nossa."
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