Acredito que seja bem duro o círculo da vida. As mudanças repentinas talvez sejam as mais doidas. O que ontem era lindo e colorido, hoje está em preto e branco, esquecido. Os nós que antes eram fortes e inabaláveis, não foram destruídos, foram simplesmente desatados, com o passar do tempo. E o tempo prega esses testes mesmo... Talvez para que a gente se toque do que é realmente importante para nós, e do que nunca foi. Chegam alguns momentos na vida que temos que separar o que está nos fazendo bem, o que está nos fazendo mal, e o que está nos empatando de diferenciar os dois. E por mais que a gente ame, por mais que a gente queira, simplesmente não é pra ser. Não podemos exigir que alguém nos ame se não damos motivos pra isso, do mesmo jeito que não podemos amar ninguém sem que essa pessoa realmente queira. A gente deveria mesmo era parar pra pensar e decidir: será que estou dando o melhor de mim? Porque eu passei maior parte da vida escutando que só fracos desistem na primeira topada. E aí? Será que eu quero mesmo perder o que eu amo? O que eu tenho? O que eu ainda posso ter e amar? [...] nunca é tarde pra rever os conceitos, aceitar os erros, e mudar o rumo de uma história. É certo que infelizmente o tempo não para. E o que foi não volta mais. Já ouvi falar que o amor dos outros é semelhante a um bom café: “uma vez frio não se aquece sem perder bastante do primeiro sabor”. Portanto, a única saída que a gente tem é começar a acertar a partir desse exato minuto. Então... O que está fazendo parado ainda lendo? Levante-se e vá recuperar o que você ainda não perdeu! Já foi? Anda logo... Senão não dá mais tempo.

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